Este será o dia das alegrias das nossas consagrações. Quando admitirmos esta verdade será o sinal que estaremos principiando a aceitação da morte. Eu lembro-me muito do provérbio chinês, quando diz que “problema quando não tem solução, solucionado está”. Eu associo muito este provérbio com este caso específico da morte. Ela não tem solução. Até protela-se, dependendo da doença, mas a morte é a certeza da vida material que se acaba.

Muito antipática esta afirmação do autor. Aliás, considerei-o muito corajoso, pois uma parte grandiosa da humanidade repudia esta afirmativa. Mas ela é real, verdadeira, realista, pois, se quer, ela não nos da chance de a tentarmos reverter.  Ela chega, e, às vezes, até inesperadamente. Uns dizem que tem o dia marcado, outros acham que não. Porém, é dominante e inevitável. Até acredito que se protele, como se vê para vários casos, mediante remédios que alongam a vida. Não necessariamente, é o que eu penso, porque a morte é mais um destes enigmas que a dúvida nos paira, o seu momento e o dia, quando nos visitará.

Condenar o autor sumariamente pela afirmação dele, de forma nenhuma! Não há pretexto pertinente contraditório em sua menção. Cada um de nós escolhe como encarar as realidades da vida. Uma coisa é minha verdade: eu me engano bastante, procurando o lado bom de todos os ruins que se me apresentam. Eu vim aqui pra gozar. Iludo-me e gozo com o bom do ruim.

Consideremos a morte um estímulo, para que, com esta certeza, reconheçamos o valor deste espaço de tempo fechado de que dispomos para passar por aqui, neste colossal Planeta Terra. Deve-se então, conscientizar-nos que viver bem aqui é o principal objetivo de cada ser humano. Errado está, – eu penso assim -, são os que se esmorecem, e dizem: “é, se eu vou morrer pra que lutar?” Eu não penso nem se vou morrer! E por isso mesmo eu nunca tive uma doença grave! Você já vem aqui para morrer, e fica toda a vida pensando nisso! Eu vivo. Viva!

Eu sou envolto, provavelmente, na maior bolha de ilusão porque decidi fazer da minha vida nesta Terra um Paraíso! Preparei-me para tal. Lutei para conseguir o que me apetece e me da satisfação para ter vida boa e gozar aqui das delícias que a Natureza me oferece. Ora! Se eu só tenho a opção de viver um “pedaço de tempo” aqui e morro em seguida, então eu escolhi viver bem. Naturalmente, de forma comedida. Eu condeno os exageros. O meu estilo de vida a idéia não foi de formar vistoso patrimônio material. Inclusive, não tive esta opção. E pra quê?

 Façamos filantropias, com quem precise reconhecidamente. É conquistar “Diplomas” valiosíssimos, para serem conferidos no “Plano Nobre Superior” seguinte, o que, efetivamente, nos requererá ter feito “Boas Ações” aqui. Ademais, é cumprimos os Regulamentos que Homens de Bem os reconhece, e seguem em Harmonia com Eles, – praticando-os aqui.

– Meu G∴ A∴ D∴ U∴, Toda boa oportunidade, a gente tem que aproveitar. No caso, gozá-la. Não me atrelo a ação que me entristeça. Problemas? Ah! Temos constantemente. Não me aturdiam. Anoto os itens e resolvo todos um a um. Gratidão sim. Eu agradeço a tudo. Até a água que me banha após a minha caminhada! Senhor, – Se vida é morte, morte é vida, pois no tempo Divino reencarnaremos. E se morreremos, renasceremos. Eu me preocupo mesmo é em viver. E bem.  Morte? Tem meu aceno tão distante, que se a vejo, é como mera fumaça em desmanche nos confins do mundo. Gratidão, Senhor.